segunda-feira, 26 de setembro de 2011

É normal, não é?

"Beijar 100 numa noite? é normal! zero na prova? é normal! roupas vulgares? que que tem? é normal! anorexia e bulimia? é normal! ficar bebado? normal. humilhar? é normal! bater? é normal! xingar então... muuuito normal! matar? normal! agora me diga, afinal, o que não é normal?"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

No meio do caminho...

No meio do caminho não tinha mais uma pedra.
A vida ficou leve como uma pluma;
Clara como a água da mais limpa fonte:
No meio do caminho, tinha apenas uma passagem ampla,
por onde passava quem quisesse.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Oração do Socorrista

Que Deus me permita a todos os instantes alcançar o conhecimento necessário, para Ajudar a quem precisa e ajudar a quem não acha que precisa. Que o único objetivo seja sempre ajudar sem distinção nenhuma. Que eu possa transpor todos os obstáculos, físicos e mentais, para cumprir minha missão de ajudar. Que eu possa antes de tudo, estar bem comigo mesmo: para ajudar quem precisa. Que eu possa ser um instrumento, uma ferramenta na construção de um mundo melhor. E que mesmo sob mais forte das tempestades o meu trabalho e o da minha equipe possam SEMPRE estar sob o teu comando Pai, pois está escrito: "amai uns aos outros como eu vos amei". Amém.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

->

Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

By: Química.

Tudo no mundo é reversível, mesmo que não pra voltar atrás.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

De "O Ateneu"

“Aqui suspendo a crônica das saudades. Saudades verdadeiramente? Puras recordações, saudades talvez se ponderarmos que o tempo é a ocasião passageira dos fatos, mas sobretudo – o funeral para sempre das horas.”

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amo-te a ponto de odiar-me

Amo-te além da capacidade que uma pessoa tem
de realmente amar.
Amo-te a nível de uma paixão ardosa e subvertida
que nunca irá realmente me alegrar.
Amo-te a ponto de garantir-lhe ser mais seguro se afastar de mim,
que se aproximar.
Amo-te a tal ponto, que morreria sem a certeza de que tu,
apenas existes para me alegrar.

Odeio-me agora por saber que não posso viver contigo,
Odeio-me por poder lhe botar em perigo.
Odeio-me simplesmente por não mostrar-lhe isto,
Sempre depois me contradigo.

Enfim,
Amo-te até o fim,
E odeio-me ainda assim.

Vivo, convivo, sobrevivo.

Sempre pensando em ti.


Parvatí*