segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Homo Sapiens Sapiens - somos mais evoluídos?

Qual o ser mais evoluído?

Estou um tanto confusa, pois sei o que dizem sobre sermos os animais mais evoluídos; mas faltam-me tantas características... Por exemplo: meu sistema de defesa é falho, meu sistema imunológico é falho, meu sistema de locomoção não é tão rápido, não tenho garras nem dentes afiados para me defender nem caçar; ainda que tenha meu cérebro.

Cheguei a uma linha de pensamento em que não acredito que haja um ser mais evoluído que o outro, pois cada um tem suas características, sua forma de agir, seu tipo de vida que ajudam a viver em um determinado ambiente onde outros seres não são capazes de se adaptar.
Se não fosse verdade, a seleção natural já teria se encarregado de "eliminar" estes animais.

-> Texto adaptado.
Fonte: http://br.answers.yahoo.com/dir/index;_ylt=AsLu_Gix.lkcafMmRrU_lSyuC3RG;_ylv=3?sid=396545122

=D

domingo, 30 de outubro de 2011

"É verdade que todos têm uma alma gêmea?"

Também estou a fim de descobrir... Se existe, por que demoramos tanto a encontrá-la? Talvez a dor transforme o gosto do reencontro o melhor que podemos sentir... São apenas palpites. Quem pode afirmar?

domingo, 23 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

Não estou tentando argumentar.

Só acho que estou certa e não vou mudar de opinião.
Não importa o que todos acham, o que todos pensam.
É assim que eu sou e nada que eu conheça pode mudar isso.
Só queria poder ser melhor.

Quem se importa se é o que eu sinto, não é?

Quem se importa se é piegas?
É o que EU sinto!
Não me interessa se você não gosta;
Aliás, me interessa completamente, mas
Não posso fazer nem dizer nada que mude o que sinto.

Não é você, sou eu...
E não me arrependo disso,
Em nada.
Estou sendo totalmente egoísta, então
Me ensine como não ser.

Juro que vou tentar.

domingo, 9 de outubro de 2011

Chuva...

Na chuva fica tudo tão mais bonito... O verde das folhas, a claridade solar atravessando nuvens brancas ou cinzas, o cheiro de terra molhada. Até o banco de madeira com estrutura metálica verde parece se adequar melhor à paisagem no pátio da escola.
Sentimos falta dos animais, e é nessa hora que percebemos como eles FAZEM falta! O barulho da chuva unido ao som do vento lembram uma música há muito esquecida; uma música calma,tranquila, em que mal percebemos voz, mas sabemos que ela está lá.
As copas das árvores balançam fortemente e já não sei se suas raízes podem segurá-las por muito mais tempo.
Alguns raios cortam o céu e um trovão ensurdecedor assusta a todos. Passamos a prestar mais atenção aos feixes luminosos acima de nós.Fora da escola,vários prédios com pára-raios e, em um deles, uma senhora na janela, gritando desesperadamente com um menininho - seu neto - que brincava de correr na chuva.
Passados os trovões e a gritaria, o sol volta ainda sem força, mas já iluminando algumas árvores mais altas. As nuvens correm rápido e já é possível encontrar azul no céu.
Agora só chove embaixo das árvores que balançam, e o clima com certeza mudará drasticamente.